Vestiu a camisa
Para quem tinha dúvidas no círculo do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de que Sergio Moro (União) não vestiria a camisa do clã nessa eleição, eis a prova ontem, no Instagram do senador pré-candidato ao Governo do Paraná. Num post, Moro criticou o fato de Lula da Silva, quando preso, ter recebido 572 visitas – 21 delas do então candidato a presidente Fernando Haddad (PT). “Nunca cogitei cercear o direito de visita ou de correspondência de Lula. Já Bolsonaro agora não pode mais receber visitas de seu filho, Flávio Bolsonaro, na prisão domiciliar e pelo jeito também não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso”. A mensagem foi um claro desagravo a pai e filho, e recado a todos de que estão fechados nesta campanha.
PRTB na fila
Presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche prometeu para hoje, pela 2ª vez no ano, o lançamento de um nome fortíssimo para a disputa presidencial. Segundo Avalance, é um candidato antissistema. A conferir.
Da porta pra fora
Alvo da PF por ataques coordenados de mídia ao BC, o publicitário Thiago Miranda, que anunciou o encerramento de sua empresa MiThi, procurou em 2025 um multimilionário em Brasília para oferecer consultoria de crise de imagem. O cidadão topou. Semanas depois, foi flagrado na casa do ricaço dando chilique, aos berros, porque ele não teria seguido orientações num depoimento. Foi convidado a se retirar.
